sexta-feira, 26 de maio de 2017

Visão aérea do Palácio D. Chica


Visão aérea do Palácio D. Chica, Monumento de Interesse Público desde 8mar2013. Degradação e destruição acelerada. Sobreviveu cem anos. Passou à destruição por ter sido classificado?!!

segunda-feira, 6 de março de 2017

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“O legado de Ernesto Korrodi em Braga”

Data: 16 de março, 21h30
Local: Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva
Convidado: Lucília Verdelho da Costa (Universidade Nova de Lisboa)

Sinopse: Ernesto Korrodi (1870-1944) é um nome indelével da recente história do património da cidade de Braga. Arquiteto autodidata, veio para Braga em 1889 ensinar desenho ornamental e acabou transferido para a cidade de Leiria em 1894. Contudo, o campo em que mais se destacou foi a arquitetura. São-lhe atribuídas mais de quatro centenas de obras por todo o país. Apesar de ter vivido em Braga apenas 5 anos, continuou vinculado à cidade através de diversos projetos e iniciativas, nomeadamente o Palácio de Dona Chica, o Palacete Domingos Afonso, Castelo do Bom Jesus, o prédio que preenche o lado sul do Largo de S. João do Souto, entre outros. Com o auxílio de Lucília Verdelho da Costa, autora da mais importante investigação sobre o artista, vamos conhecer melhor um dos inevitáveis capítulos do Património Bracarense.
(Formulário de Inscrição no fim da página)
À Descoberta de Braga
O legado de Ernesto Korrodi em Braga
Conferência com Lucília Verdelho da Costa
Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva
16mar2017
21h30







Vídeo sobre a Rota de Korrodi em Leiria

https://genovevaoliveira.wordpress.com/2014/02/09/rota-de-arquitectura-korrodi-korrodi-architecture-tour-a-different-way-to-visit-leiria-town-portugal-3/

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Um rio para o presente
Um rio para o futuro…

Workshop “O Desenvolvimento Sustentado das Zonas Ribeirinhas do Cávado e Homem”
Adaúfe, Braga, 1 de julho de 2016

Com esta atividade que a Katavus realizou, em parceria com a CIM do Cávado, na Junta de Freguesia de Adaúfe, pretendeu-se dar mais um contributo para a defesa e valorização do património natural e cultural dos rios Cávado e Homem, sensibilizando a população em geral para o potencial de valorização que os rios encerram, devido à multiplicidade de usos que a água e as margens propiciam e à riqueza de recursos existente.
Porém, nunca esquecendo que valorizar e desenvolver implica, antes de tudo, conservar, respeitar, preservar esse património natural e cultural que nos foi legado… Uma fruição cautelosa dos rios que atravessam as nossas terras, das suas paisagens e dos habitats aí existentes…
Diferentes “atores” estiveram representados, desde os ordenadores/cuidadores (CIM do Cávado, CMB, APA)  aos utilizadores, quer a nível profissional, quer desportivo, quer de simples lazer ou recreio. Associações de desenvolvimento local, ambientais e culturais, como a ATHACA, a Quercus e a ASPA,  fizeram-se representar igualmente. A UM, através do Departamento de Geografia, a contribuir com o seu conhecimento… Um Centro de Monitorização e Educação Ambiental, o CMIA de Viana do Castelo também trouxe a sua excelente experiência no terreno.

Foi muito interessante e profícuo o debate! Muito participado e enriquecedor!

Etelvina Sá